Introdução
Existe um fenômeno preocupante crescendo no ambiente corporativo: o “Quiet Cracking”. Diferente do “Quiet Quitting”, essa exclusão é silenciosa — o profissional continua ativo, mas perde reconhecimento e pertencimento.
Desenvolvimento
- O termo descreve um distanciamento emocional e simbólico: o trabalho abandonando o colaborador, e não o contrário.
- Elementos afetados: reconhecimento, confiança e investimento emocional. Acordos simbólicos são rompidos e o colaborador se transforma em um “não-lugar” dentro da organização.
- A exclusão silenciosa tem impacto profundo — 54% vivenciaram o fenômeno, 20% com frequência; 68% se sentem desvalorizados, 47% não são ouvidos, e têm 29% menos acesso a treinamentos.
- Os efeitos envolvem saúde mental (como risco de burnout), diminuição de criatividade, desmotivação e isolamento.
- Para combater o Quiet Cracking, é essencial: líderes mais humanos e transparentes, restauração de pactos emocionais, reconhecimento justo e canais de denúncia eficazes.
Conclusão
O Quiet Cracking demanda atenção urgente: ele corrói a cultura organizacional e afeta o bem-estar dos colaboradores. Prevenção e escuta ativa são fundamentais para restaurar laços e garantir ambientes saudáveis.
Fonte: Contábeis Portal Contabeis


